As marcas no semblante de alguém, como uma pegada na terra úmida depois da chuva, são o quê aquela pessoa passou, o quê passou por ela e no quê a tornou. Por mais que seu olhar esteja triste, a cicatriz de uma luta de espadas vitoriosa deixa claro que uma vez aquele mesmo olhar sorriu. E se não temos marcas, não temos experiências. Nos tornamos pessoas vazias, intactamente de carne e ossos. Por isso é necessário viver se arriscando, pois erros são cometidos para serem corrigidos.
As marcas são da vida amarga.